O Furacão do Fed e a Muralha de 9 Bilhões
Arquivo Histórico: A "Super Quarta" entregou a volatilidade prometida. Jerome Powell (Fed) adotou um tom hawkish, cravando juros altos por mais tempo nos EUA. O Dólar global disparou, mas a B3 foi salva por um verdadeiro "escudo invisível": uma entrada massiva de US$ 9,18 bilhões no fluxo cambial brasileiro que impediu o colapso do Real.
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Resiliência Tática
R$ 5,18
Segurado pelo Fluxo
Powell Duro
Juros EUA Altos
BCB & China
Fluxo Cambial Brutal
Veredito Técnico (29/04)
Pressão de Venda
A Muralha Cambial
O Dólar disparou no mundo inteiro após o discurso do Fed, mas no Brasil encontrou uma barreira de aço. O Banco Central reportou uma entrada brutal de US$ 9,18 bilhões em fluxo cambial na semana.
- Fluxo Estrangeiro +US$ 9.18 Bilhões
- Dólar Comercial Travado nos R$ 5,18
O Martelo de Jerome Powell
A expectativa de cortes rápidos na taxa de juros americana acabou. O presidente do Fed citou a persistência da "inflação de guerra" (energia) e manteve as taxas no pico de 5,50%. O recado foi claro: "Higher for Longer".
- Taxa Fed Funds Mantida a 5.50%
- Mercado Global Fuga de Liquidez
Varejo na Corda Bamba
Sem cortes de juros nos EUA, a curva de DIs futuros no Brasil continuou a sua escalada. As empresas que dependem de crédito e consumo sofreram uma forte liquidação. O mercado ajustou-se à perspetiva de uma Selic que não cairá tão cedo.
- Curva DIs Pressão de Alta
- Varejo Nacional Fuga de Capital
A Esperança Asiática
A salvação para o estrago do Fed veio à noite: O PMI Industrial da China surpreendeu (50.8 pts), mostrando fábricas ativas e sustentando o minério de ferro em Dalian.
Perspectiva Jade: O Varejo está sob fogo cruzado dos juros. O capital inteligente busca agora proteção nas Commodities Exportadoras, que se beneficiam do Dólar elevado e da resiliência industrial da China.